18/01/2019

Sta. GERMANA (19 de Janeiro)

Braga - Portugal

De Hespanha passou Santa Germana, uma das nove Irmãs Bracaenses a África, guiada sem dúvida de Providência superior, que lhe havia prevenido a Coroa na Cidade de Cartago, onde padeceu em defensa da Fé com oito companheiros, Paulo, Geroncio, Januário, Saturnino, Sucesso, Júlio, Casta, e Pia [Todos, segundo se pode crer, Portugueses], em grande glória de Portugal, que a teve de dar Mártires para todas as partes do Mundo.

17/01/2019

D. Fr. JORGE DE SANTA LUZIA (18 de Janeiro)

Porta de Santiago (o que resta das muralhas portuguesas em Malaca).

Dom Frei Jorge de Santa Luzia, natural de Aveiro, Religioso de São Domingos, primeiro Bispo de Malaca, que governou santamente dez anos, e o Arcebispado de Goa quatorze meses, com suas orações, e exercício afugentou da Diocese de Malaca os dragões chamados Ramões, inimigos especiais dos homens, que continuamente matavam muitos, e de noite entravam nas casas, de que ficou livre aquele País até o presente. Por ser o Prelado zeloso, intentaram dar-lhe veneno em uma iguaria, que ele por revelação divina conheceu, mas não descobriu os culpados. Com espírito profético avisou ao Governador de Malaca, que se achava desarmado, e descuidado dos Aches, por haver pazes com eles, que se preparasse, porque na noite do dia seguinte seria a Cidade acometida repentinamente por aqueles fingidos amigos, e com muito grande poder. Todos se riam do aviso, só o Governador, que tinha o Bispo por Santo, lhe deu crédito, e se preparou a esperar os Aches, que com efeito chegaram na seguinte noite com uma poderosa armada, a qual, como era esperada, foi rebatida com perda de muitas naus, e da maior parte dos Aches. Por se achar cansado do muito trabalho, e desejar morrer na sua Religião, renunciou o Bispado, e se retirou para o Convento de São Domingos de Goa. Estavam no porto de Malaca duas naus, uma muito velha, e outra nova, e por mais diligências que se fizeram para que se embarcasse na nova por melhor, e mais segura, não se pode conseguir, que deixasse de se embarcar, como embarcou, na nau velha, que todos avaliavam por muito perigosa; e o servo de Deus com lume profético por mais segura. Assim mostrou o sucesso, porque a nau nova se submergiu no mar com toda a gente, e carga que levava, e a velha chegou com próspera viagem a Baçaim. Com o mesmo dom profético aconselhou, e persuadiu ao grande Vice-Rei, e Capitão General Dom Luiz de Ataíde, que se achava soçobrado, e inquieto com o cerco, que o Idalcão, e outros Reis coligados tinham posto  à Cidade de Goa, que saísse dela com todo o poder que tinha, e fosse acometer o grande Exército contrário no sítio, e passo, que divide a Ilha da terra firme; porque sem dúvida se havia de recolher com glorioso triunfo. Só com este voto, e contra os de todos (que diziam ser temeridade expor ao sucesso  de uma batalha, na qual se se perdesse, se perdia de uma vez toda a Índia) se animou aquele valeroso Capitão com a persuasão que lhe fazia o servo de Deus, saiu, pelejou, venceu, e conseguiu uma das maiores batalhas, que o braço Português ganhou na Índia, de que no seu dia daremos maior notícia. Foi grande bem-feitor da sua Religião. Fundou, e dotou o Convento de Almada da sua mesma Ordem, e sem querer o título do seu fundador, o deu a seu grande amigo o Padre Mestre Frei Francisco Foreiro; porque desde mundo estimava mais a amizade, que a vaidade, e só  de Deus queria a remuneração; Viveu até o fim da vida em santa pobreza, e faleceu neste dia [18 de Janeiro] do ano de 1579.

16/01/2019

VITÓRIA EM CANANOR (17 de Janeiro)

Fortaleza de Cananor

No ano de 1565 veio sobre a Fortaleza de Cananor um numeroso Exército de Çamori [Samori], que se afirma constar de cem mil homens; vinham eles tão firmes na certeza de conquistarem a Praça, que já repartiam entre si os despojos. Chegaram às obras exteriores, e encostando as escadas em circuito, subiram ousadamente mais de dois mil. Aqui se viu um conflicto horrível: laboravam, sem cessar as bocas de fogo, as lanças, as setas, os alfanges, e todo o outro género de armas de que se vale, em semelhantes casos, a ira, e a vingança. Chegaram aos braços, e até os dentes serviram de arma nesta fatal ocasião. O estrondo da artilharia, os brados dos que pelejavam, os gemidos dos que morriam, os corpos em pedaços, o sangue em rios, tudo formava um espetáculo temeroso, e funesto. Venceu, em fim, o valor sobre a multidão, e se retirou o inimigo, deixando a terra juncada de corpo mortos. Estiveram os Sacerdotes, mulheres, e meninos na Igreja pedindo, com enternecidas orações, ao Senhor dos Exércitos, o bom sucesso de tão furiosa batalha, e no maior ardor dela, viram a mesma Igreja, por largo tempo, banhada de uma nova, e resplandecente luz; parece, que prevenia o Céu luminárias a tão grande vitória. Era Governador, e Capitão da nossa gente,  Dom António de Noronha, Cavaleiro nobilíssimo, que nesta ocasião obrou nobilíssimas acções.

15/01/2019

OS SANTOS MÁRTIRES DE MARROCOS (16 de Janeiro)


NESTE dia [16 de Janeiro], ano de 1220 padeceram em Marrocos glorioso martírio, os Santos Bernardo, Pedro, Adjuto, Acúrcio, e Otto. Filhos do Serafim da Terra, e por ele mandados a prégar a Fé aos infieis. A este fim, vieram de Itália a Hespanha, e assistiram algum tempo em Portugal, onde foram recebidos, e tratados com singular amor, e singular veneração da Infante Dona Sancha, filha de ElRei Dom Sancho I e de toda a nobreza, e povo do mesmo Reino. Dele, partiram para o de Marrocos, e encaminhando os golpes da espada Evangélica à Cidade Capital (como os de David à cabeça do Gigante) começaram a prégar nela as verdades Católicas pelas ruas, e praças principais: a cujas vozes romperam os Mouros em furiosa indignação, e os maltrataram gravemente. Logo foram levados à presença de ElRei, o qual, não sofrendo a constância, com que os Santos, em sua presença, prosseguiram na prégação da Fé, os degolou por sua própria mão. No mesmo ponto apareceram gloriosos em Portugal à Infante Dona Sancha, que então assistia em Alenquer.

14/01/2019

NASCE ElRei de Portugal D. AFONSO V. (15 de Janeiro)

Palácio Real de Sintra

NESTE dia [15 de Janeiro], em uma Terça-feira, ano de 1432 nasceu, no Palácio de Sintra, ElRei Dom Afonso V filho de ElRei dom Duarte, e da Rainha Dona Leonor: Foi o primeiro, entre os filhos primogénitos dos Reis de Portugal, a quem se deu o título de Príncipe, tendo todos os que lhe precederam, só o de Infante.

13/01/2019

ANDRE DE ALBUQUERQUE (14 de Janeiro)


Foi André de Albuquerque um dos Varões mais excelentes deste apelido, e um dos Capitães mais valorosos de seu tempo. Desde a primeira idade, militou na América, depois na Europa, e dos postos inferiores subiu aos mais altos, pelos degraus do valor, não da valia. O largo exercício da guerra o fez insigne na disciplina militar, sabia melhor que todos mandar com acertos, e obedecer com prontidão. Alternava extremos de afável, e severo, de modesto, e altivo, regulando os afectos à proporção dos casos, e das pessoas. Amava com extremo aos soldados valerosos, não sofria aos fracos. Em todas as facções, em que se achou, deu singulares provas de valor. Na batalha referida das Linhas de Elvas, se excedeu a si mesmo. No maior fervor dela, vendo, que um dos nossos esquadrões, que havia atacado um forte, começava a vacilar, se lançou  diante, e tocando com a bengala nas estacas, advertiu aos soldados o modo, de arrancá-las; então lhe acertou um bala pelos peitos, de que caiu morto, mas será imortal, nos anais Portugueses, a glória do seu nome.

12/01/2019

Padre BAUTISTA, Cónego SECULAR DA CONGREGAÇÃO DE S. JOÃO EVANGELISTA (12 de Janeiro)

O Venerável Padre Baptista [Bautista, Batista] nasceu na Cidade de Évora [séc. XV] de pais nobres. Estudou na Universidade de Salamanca as ciências maiores, e se aperfeiçoou nelas na de Lisboa, onde foi egrégio Lente. O primeiro Duque de Bragança Dom Afonso o fez mestre de seus filhos, e proveu numa Igreja de Lisboa.



Mas como todas as honras do mundo não eram do seu espírito, nem do seu génio, renunciou a Igreja, largou a cadeira, repartiu pelos pobres o que possuía, e metendo debaixo dos pés todas as bem fundadas esperanças, que podia ter na terra, deu sobre elas os primeiros passos para a Serra de Ossa a fazer companhia aos seus Santos Eremitas, onde o seu Superior, ou Maioral (como lhe chamavam naqueles séculos) Mendo Gomes de Seabra, lhe disse com espírito profético, que Deus senão agradava de que os acompanhasse naquele reitor, porque o queria na Congregação de São João Evangelista, que então principiava, para que com as suas letras, e exemplos, fosse instrumento da salvação de muitas almas. Assim o executou prontamente, e no Convento de Santo Eloy de Lisboa foi admitido a Cónego Secular daquela Congregação, mudando o nome que tinha de Fernando Álvares, no de que Baptista, em obséquio do Precursor de Cristo. Com singular desvelo se empenhou em imitar na pureza, na penitência, no zelo, na abstinência, e na oração. Mas onde mais realçou a imitação, foi no espírito ardentíssimo com que se empregou todo em prégar penitência, em converter pecadores, em cortar os descaminhos dos caminhos de Deus, semeando por toda a parte a palavra Divina, e ensinando a grandes, e pequenos a Doutrina Cristã. Neste apostólico exercício discorreu por quase todo o Reino com incansável trabalho, e admirável fruto. Converteu, e batizou publicamente famílias inteiras de Judeus, pelo que alguns conceberam contra ele grande ódio, e procuraram executar o intento de o matar; já com veneno, já com ferro, e sempre o livrou deus com milagres não pequenos, de que admirados os mesmos agressores, se fizeram contritos, e Cristãos. Não menos se desvelava este grande operário Evangélico em aperfeiçoar os Católicos, sendo pai, e director espiritual de muitos, que por ele guiados subiram a grande perfeição de vida.


ElRei Dom Afonso V e a Rainha Dona Isabel o fizeram Prégador das suas  Capelas. A Congregação de São João Evangelista lhe conferiu muitas prelazias, e também a  de Reitor Geral; e em seu serviço, e por obediência, passou duas vezes a Roma, onde foi muito aceito, e felizmente despachado. Na segunda, estando já de partida para este Reino, lhe sobreveio uma enfermidade, que os médicos reputaram por leve, e ele por última, apontando o dia, e a hora em que havia de morrer; e assim sucedeu pontualmente, porque na hora sinalada deste dia [12 de Janeiro] de 1465 preparado com Sacramentos, e com muitos actos de piedade faleceu, saindo de seu corpo suavíssimo cheiro até ser, como foi, sepultado com muita pompa, e aclamações de Santo, na Basílica de Santa Maria Maior no sepulcro da Casa Ursina, cujo Senhores ofereceram pela grande veneração que tinham ao Padre Baptista. Com a mesma, fazem ilustre menção dele as memórias deste Reino.

Sto. ADELFIO, Bispo e Mártir (13 de Janeiro)


NESTE dia [13 de Janeiro] padeceu martírio a mãos de Mouros em defensa da Fé, no infeliz ano de 714 Santo Adelfio Bispo da Cidade de Tuy, a qual pertencia naquele tempo à antiga Lusitânia: morreram juntamente com ele, pela mesma causa, muitos Cristãos, principalmente Sacerdotes.

[35. A Oppa sucedeu Adelfio antes do ano 688, pelo mês de Maio, em cujo dia 11 assistiu ao XV Concílio de Toledo, e assinou os respectivos decretos com os demais Prelados. (…).
36. Adelfio governava Tuy no ano 693 no qual voltou a Toledo, e assistiu ao XVI Concílio. (…)
39. Ao tempo do Bispo Adelfio corresponde a restauração do Reino da Galiza, que fez o Rei Égica, colocando em Tuy seu filho Witiza, para que governasse o Reino dos Suevos, e o pai o dos Godos (…) o Rei enviou ali com seu filho ao Duque Fáfila, filho do Rei Chindasvind [Quindasvinto], e Pai de D. Pelaio. Mas o Duque teve o infortúnio de cair em desgraça da Rainha, que instigando o seu marido Witiza, feriu-o na cabeça com um cravo, e morreu.
40. Assim que faleceu o Rei Égica, deixou a residência de Tuy, e passou-se a Toledo, governando só todas as Províncias de Espanha, mas tão mal, que logo caíram na mão de Africanos, pelos anos 714.
41. Esta desgraça não a viu já Adélfio, mas sim o seu sucessor: ignoramos o seu nome, pois achamos apenas a notícia de que padeceu muitos trabalhos, como se dirá. (España Sagrada - Tomo XXII; Madrid, ano 1768. pág. 34 - tradução: Santo Zelo Blog)].

11/01/2019

JOANE O POBRE (12 de Janeiro)

Joane o Pobre, era da nobilíssima família dos Condes de Urgel em Catalunha: viveu muitos anos, e morreu em Portugal na Província dentre Douro e Minho, junto ao Convento de Vilar de Frades, onde jaz enterrado: Foi homem de vida santíssima, e perseverou até a morte em perenes, e ardentes exercícios de Oração, e mortificação. Jaz no mesmo Convento de Vilar.


10/01/2019

BEATO Fr. JOÃO DA HORTA (11 de Janeiro)

Valverde

O Beato Frei João de Horta [ou Fr. João Hortelão], Português, natural da Vila de Valverde da Comarca da Torre de Moncorvo do Arcebispado de Braga, sendo pastor era já tão virtuoso, e observante dos preceitos eclesiásticos, e dotado de tão alta fé, que fazia do seu gabão barba, e dos braços remos com que passava o rio Sabor para ouvir Missa em uma Igreja, que estava da outra parte do mesmo rio. Com uns Frades de São Francisco foi ao Convento de Salamanca da mesma Ordem, onde sendo logo manifestas as suas raras virtudes, o admitiram ao seu hábito, dando-lhe o exercício da cultura da horta, que por esta causa lhe ficou por apelido. A defensa dos pássaros, que concorriam a comer a seara, o impediram ajudar às Missas, e para se não privar desta consolação, quando lhe parecia tempo de servir na Igreja, chamava todas as aves, que assistiram na cerca, e foram dela, as quais obedecendo às suas vozes se colhiam em uma casa da horta, onde as fechava até vir dos Ofícios Divinos, e depois lhe dava liberdade. Este, e outros prodígios com as muitas virtudes, e penitências, que exercitava, lhe granjearam o epíteto de Santo, que teve na vida, e morte, que predisse, e foi neste dia [11 de Janeiro] no ano de 1501. 

09/01/2019

S. GONÇALO DE AMARANTE, Confessor (10 de Janeiro)


SÃO Gonçalo, Taumaturgo  Português, e glória de Portugal, espelho claríssimo de virtudes, fonte perene de portentosas maravilhas: Logo, que recebeu o santo Baptismo, pôs os olhos numa Imagem de Cristo Crucificado com prodigiosa atenção, como mostrando, que só aquele Senhor seria o alvo dos seus afectos, o centro das suas adorações. Estudou as letras Sagradas, e por elas foi promovido ao governo de uma Igreja, onde começou a dar claras provas o zelo, em que ardia da salvação dos próximos; mas, largando-a brevemente a um sobrinho seu, partiu para os Lugares Santos de Jerusalém, a desafogar em rios de amorosas lágrimas, os ardores do coração. Voltando a Portugal, entrou da sagrada Religião dos Prégadores; e em todos estes Estados, resplandeceu por modo admirável: Estudante, na modéstia; Pastor, na vigilância; Peregrino, na paciência; Religioso, nas virtudes todas, e em todas, em grau eminentíssimo. Entregue ao Exercício da Prégação, colheu copiosos frutos. Porém, a eficácia do seu zelo, o ardor da sua caridade, não só atendiam a salvar as almas, senão também as vidas. Muitas naufragavam nas correntes arrebatadas do rio Tamega: Empreendeu  atar-lhe as margens com uma grandiosa ponte, e contra toda a esperança humana, pôs a obra em última perfeição; concorrendo para elas, obedientes os brutos, fecundos os penhascos, rendidos os Elementos. Com mais esta grande glória, sobre tantas, foi lograr neste dia [10 de Janeiro] a eterna, ano de 1262. Jaz sepultado em Amarante em um Nobre Convento da sua Ordem, fundação delRei Dom João IIII e concorrem sem número os Fiéis à sua sepultura; porque acham ali, também sem número, os benefícios.

ANO HISTÓRICO - de JANEIRO

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ANNO HISTORICO,
DIARIO PORTUGUEZ


Índice de
JANEIRO

Dias:


1 - I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII, XIII, XIV, XV, XVI.
2 -  I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX.
3 - I, II, III, IV, V, VI, VII.
4 - I, II, III, IV.
5 -  I, II, III, IV, V.
6 -  I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII, XIII, XIV, XV.
7 - I, II, III, IV, V, VI, VII.
8 - I, II, III, IV, V, VI, VII.
9 -  I, II, III, IV, V, VI, VII.
10 -  I, II, III, IV, V.
11 - I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII.
12 - I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX.
13 - I, II, III, IV, V, VI, VII.
14 - I, II, III, IV, V, VI.
15 - I, II, III, IV, V.
16 - I, II, III, IV.
17 - I, II, III, IV.
18 - I, II, III, IV, V, VI, VII.
19 - I, II, III, IV, V, VI.
20 - I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X.
21 - I, II, III, IV, V, VI.
22 - I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX.
23 - I, II, III, IV, V, VI.
24 - I, II, III, IV, V, VI, VII.
25 - I, II, III, IV, V, VI, VII.
26 - I, II, III, IV, V, VI, VII.
27 - I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX.
28 - I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX.
29 - I, II, III, IV, V, VI, VII.
30 - I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII.
31 - I, II, III, IV, V.



PROTESTO

"Em observância dos Decretos Apostólicos, em nome do Autor, e meu, declaro, que as pessoas, que viveram, e morreram com fama de santidade, e os milagres, e sucessos, que excederem as forças humanas, e se referem neste livro, sem estarem aprovadas pela Santa Sé Apostólica; não têm mais autoridade, ou certeza, que a que dão os Autores, que primeiro as escreveram; e em tudo me sujeito às determinações da S. I. R. - Lourenço Justiniano da Anunciação."