
24/02/2019
DOM PEDRO FERNANDES SARDINHA (25 de Fevereiro)

23/02/2019
NAUFRAGA A NAU NOSSA SENHORA. DA BARCA (24 de Fevereiro)
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| Igreja de S. Francisco, Cochim (Índia). |
22/02/2019
ESTUPENDO PRODÍGIO EM GOA (23 de Fevereiro)
No mesmo dia [23 de Fevereiro], num Sábado da Quaresma, ano de 1619 saindo algumas pessoas da Igreja Paroquial de nossa Senhora da Luz, da Cidade de Goa, para a parte de um monte, chamado a Boa Vista, onde de muitos anos estava arvorada uma Cruz, sem Imagem de Cristo Senhor nosso; viram nela uma figura do mesmo Senhor, na forma, em que se costuma representar Crucificado, e que, com movimentos de vivo, se voltava, e punha os olhos sobre a Cidade, como antigamente sobre a de Jerusalém. Pasmaram todos os que se acharam presentes, e prostrando-se por terra, desfeitos os corações em lágrimas, e ternuras, imploravam a Divina Misericórdia. Desapareceu a visão brevemente, e logo a Cruz foi levada para a dita Igreja, onde começou a ser tida em suma veneração, e tocando-a os Fieis enfermos, e aflitos começaram a receber grandes, e singulares mercês da mão de Deus. Qualificou-se este raro prodígio, por autoridade Ordinária, jurando como testemunhas de vista treze pessoas de boa reputação, e dignas de todo o crédito.
21/02/2019
D. GONÇALO MENDES (22 de Fevereiro)
Dom Gonçalo Mendes, Prior do Real Convento de São Vicente, junto a Lisboa, (de cujas mãos recebem a Murça Augustiniana o glorioso Português, e Ulissiponense Santo António) foi Varão de vida inculpável: por suas virtudes logrou (por mais que lhe fugia) as estimações, e venerações do Príncipes daqueles tempos, os quais não obravam empresa mais relevante, sem os seus conselhos, e direções. Foi seu glorioso trânsito neste dia [22 de Fevereiro], ano de 1249 e na mesma hora viu São Frei Gil (que então se achava em Santarém) ser levada sua ditosa alma ao Céu, por mãos de Anjos.
20/02/2019
BENTO Eremita (21 de Fevereiro)
Neste dia [21 de Fevereiro], ano de 1482 deu glorioso film à carreira mortal um Eremita Português, chamado Bento, e merecedor de memória perdurável; porque depois de viver neste Reino alguns anos no contínuo exercício de ásperas penitências, passou a Monserrate, e ali viveu sessenta e seis, e uma Ermida, ou cova, que ainda conserva o seu nome: a vida foi, qual pedia o lugar, e o desengano, e a morte, foi, qual havia sido a vida.
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